Flores comestíveis: usos tradicional e atual

Resumo

Flores fazem parte da vida humana desde a antiguidade. Várias civilizações deixaram como legado o uso de flores na arte, medicina natural, bem como na culinária para colorir, aromatizar, saborizar e embelezar pratos diversos. As flores comestíveis (FC) são aquelas que podem ser consumidas sem colocar em risco a saúde do consumidor. Embora nem todos os países do mundo utilizem flores na alimentação, seu uso tem aumentado de uma maneira geral, bem como o interesse de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento, pois são consideradas novas fontes de nutrientes e compostos bioativos. Mas ainda se questiona a segurança do seu uso por causa da falta de mais informações sobre quantidade máxima segura de ingestão diária. A revisão aqui apresentada teve por objetivo levantar informações sobre o uso tradicional das FC, a segurança no consumo e a percepção dos consumidores sobre esses produtos.

Fonte: SciELO [leia a íntegra do artigo aqui.]

Pesquisa avalia vida útil e composição nutricional de flor comestível

Rica em vitamina C e minerais como potássio, cálcio e zinco, além de compostos sulfurosos benéficos ao sistema imunológico, a flor comestível capuchinha (Tropaeolum majus) dura mais tempo se mantida em torno de 5ºC. A conservação foi determinada por agrônomos da Embrapa Hortaliças (DF) em um projeto de pesquisa que elegeu 20 espécies vegetais que fazem parte do grupo de plantas alimentícias não convencionais (PANCs), para terem suas características agronômicas e nutricionais estudadas.

Além do consumo fresco em saladas, as flores de capuchinha também podem ser desidratadas, embebidas em álcool ou em calda de açúcar ou, ainda, congeladas em forma de cubos, para adição em coquetéis.

Flor, folhas e sementes comestíveis

“As pessoas associam o consumo de plantas às partes comestíveis como folhas, frutos e raízes. Porém, em algumas espécies, as flores, além de ornamentais, também podem ser degustadas”, observa a pesquisadora da Embrapa Neide Botrel ao lembrar que, no caso da capuchinha, as folhas também são aproveitadas e até mesmo as sementes podem ser consumidas, cruas ou na forma de conserva, sendo popularmente chamadas de falsas alcaparras.

O estudo dedica-se, principalmente, à caracterização nutricional e à determinação da vida útil após a colheita, ou seja, a durabilidade em diferentes condições de armazenamento. As flores são produtos muito sensíveis e alguns cuidados, desde o manuseio cauteloso na colheita até ao armazenamento refrigerado, são necessários para evitar contaminação microbiana e danos nas pétalas que inviabilizem a comercialização.

Leia a íntegra do artigo aqui.

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