Mudanças climáticas e a Neutralização de Carbono

Se você é atento a assuntos e notícias sobre sustentabilidade e, principalmente, mudanças climáticas, já deve ter ouvido falar sobre os problemas acerca da emissão de carbono.

Os principais gases de efeito estufa são o dióxido de carbono (CO2), o metano e o óxido nitroso. O CO2 é o gás que tem maior contribuição para o aquecimento global, pois representa mais de 70% das emissões destes gases e o seu tempo de permanência na atmosfera é de, no mínimo, cem anos. 

Atualmente, julho de 2021, vimos uma frente polar chegar ao Brasil e atingir metade do país. Segundo o meteorologista Fábio Luengo, em entrevista à CNN, essa variação de temperaturas que atinge o mundo todo está conectada com o aquecimento global: “De uns anos para cá essa variação ficou um pouco mais maluca (…) outras oscilações da atmosfera acabam influenciando, como El Niño, La Niña, entre outras, mas, um dos motivos, é sim o aquecimento global.”

Segundo a Organização Meteorológica Mundial, a previsão é que a temperatura da Terra aumente entre 2 e 6 graus Celsius neste século. Todo esse desequilíbrio pode gerar secas e ciclones mais intensos, oceanos mais ácidos, extinção de espécies que garantem o equilíbrio ecológico, entre outros efeitos danosos para vida. Desta maneira, a tendência é os eventos extremos aumentarem em frequência e duração.

Estes são alguns dos problemas relacionados à emissão de carbono e mudanças climáticas, que já estamos sentindo. 

Leia o artigo na íntegra aqui.

Compostagem caseira de lixo orgânico doméstico

O Brasil produz 241.614 toneladas de lixo por dia, onde 76% são depositados a céu aberto, em lixões, 13% são depositados em aterros controlados, 10% em usinas de reciclagem e 0,1% são incinerados. Do total do lixo urbano, 60% são formados por resíduos orgânicos que podem se transformar em excelentes fontes de nutrientes para as plantas.

A compostagem é um processo que pode ser utilizado para transformar diferentes tipos de resíduos orgânicos em adubo que, quando adicionado ao solo, melhora as suas características físicas, físico-químicas e biológicas. Conseqüentemente se observa maior eficiência dos adubos minerais aplicados às plantas, proporcionando mais vida ao solo, que apresenta produção por mais tempo e com mais qualidade. Portanto, a redução do uso de fertilizantes químicos na agricultura, a proteção que a matéria orgânica proporciona ao solo contra a degradação e a redução do lixo depositado em aterros sanitários pelo uso dos resíduos orgânicos para compostagem, contribuem para melhoria das condições ambientais e da saúde da população. A técnica da compostagem foi desenvolvida com a finalidade de acelerar com qualidade a estabilização (também conhecida como humificação) da matéria orgânica. Na natureza a humificação ocorre sem prazo definido, dependendo das condições ambientais e da qualidade dos resíduos orgânicos. Na produção do composto orgânico vários passos devem ser seguidos, onde diversos questionamentos vão surgindo. A seguir será exposta a metodologia de compostagem de lixo orgânico doméstico, de forma simples e de fácil aplicabilidade, a partir de perguntas e respostas.

Fonte: Embrapa – CircularTécnica, 76

Educação ambiental, qualidade de vida e sustentabilidade

RESUMO

O presente artigo procura mostrar que uma nova visão de mundo está ganhando cada vez mais espaço entre as pessoas por meio da Educação Ambiental, a qual objetiva a melhoria da qualidade de vida no planeta. A Educação Ambiental busca a valorização da vida, a formação de um novo estilo de vida, sem consumismo excessivo, sem o desperdício de recursos e sem degradação ambiental. Apresenta também a opinião de alguns autores a respeito do “desenvolvimento sustentável” como uma forma de crescimento econômico aliada à justiça social e à satisfação das necessidades dos excluídos.

Fonte: SciELO

Greenwashing: o que é, como identificar, exemplos e mais!

Você sabe o que é greenwashing e como afeta a sua vida?

Já podemos adiantar que essa prática é tão prejudicial para o meio ambiente quanto despejar carbono da atmosfera.

Isso porque ela lança uma cortina de fumaça que confunde a opinião pública, que passa a não distinguir mais o joio do trigo.

Empresas que fazem greenwashing, ou seja, mascaram os impactos ambientais das suas atividades, prestam um desserviço à comunidade, já que essa é uma postura antiética.

Felizmente, hoje já é possível detectar com mais facilidade quais são as organizações que fazem uso desse tipo de artifício.

Um bom exemplo disso está no documentário “Seaspiracy” (2021).

No filme, o cineasta britânico Ali Tabrizi revela os chocantes bastidores da indústria pesqueira e os danos que a pesca predatória vem causando aos ecossistemas marítimos.

A lição a ser aprendida é que todos precisamos estar muito atentos para que empresas inescrupulosas não abusem da boa-fé das pessoas.

Você pode começar lendo este artigo, em que vamos detalhar o greenwashing e suas principais formas.

Uma leitura imperdível, principalmente se você pretende trabalhar no segmento de economia verde ou em prol de causas ambientais.

Leia a íntegra do artigo aqui.

A transformação de resíduos orgânicos em biofertilizantes visando a redução de custos e melhorias sustentáveis ao meio ambiente

Resumo: O presente artigo tem como objetivo expor diferentes tipos de resíduos orgânicos e sua conversão em fertilizante, por meio da compostagem, visando a redução de custos e melhorias sustentáveis para o meio ambiente. Assim, o foco principal deste artigo foi analisar a utilização de resíduos biológicos como esterco animal, lodo de esgoto, resíduos sólidos urbanos e resíduos alimentares para produção de biofertilizante. Além disso, foram examinadas as vantagens e desvantagens do uso de fertilizantes químicos e orgânicos, evidenciando seus aspectos ambientais, bem como o potencial econômico da conversão dos insumos orgânicos através da compostagem, demonstrados através da sustentabilidade, redução do peso e volume dos resíduos orgânicos em suas potencialidades de gerações contínuas.

Leia a íntegra do artigo aqui.

Agroecologia: uma nova ciência para apoiar a transição a agriculturas mais sustentáveis.

RESUMO: O uso da expressão agriculturas mais sustentáveis pretende alertar para a impossibilidade operativa da opção ecotecnocrática do desenvolvimento sustentável que, ao longo de décadas, não conseguiu superar os malefícios sociais, ambientais, econômicos, culturais e políticos engendrados pela modernização conservadora baseada nos pacotes da Revolução Verde. Ao contrário, a Agroecologia é defendida como uma nova ciência em construção, como um paradigma, de cujos princípios e bases epistemológicas nasce a convicção de que é possível reorientar o curso alterados dos processos de uso e manejo dos recursos naturais, de forma a ampliar a inclusão social, reduzir os danos ambientais e fortalecer a segurança alimentar e nutricional, com a oferta de alimentos sadios para todos os brasileiros. Argumenta-se sobre a necessidade de mudanças no paradigma cartesiano que orientou a pesquisa o ensino e a extensão rural, estabelecendo-se novos procedimentos, metodologias e bases tecnológicas, capazes de contribuir para um processo de transição a estilos de desenvolvimento rural e de agriculturas mais sustentáveis. Fugindo das utopias e das revoluções, o texto conclui reconhecendo os enormes desafios para esta mudança paradigmática e sugere a necessidade de uma nova solidariedade intra e intergeneracional que dê sustentação a uma ética da sustentabilidade que evite que caminhemos todos para o mesmo abismo.

Leia a íntegra do artigo aqui.

Princípios de economia circular para o desenvolvimento de produtos em arranjos produtivos locais

Resumo:

Diante das ações globais de expansão de estratégias de produção e consumo sustentáveis, este artigo objetiva agregar princípios de economia circular no processo de desenvolvimento de produtos em arranjos produtivos locais. A metodologia contemplou uma revisão sistemática da literatura e análises documentais, possibilitando, a partir da identificação das particularidades dos arranjos, a composição de um modelo de desenvolvimento de produtos orientado ao pensamento do ciclo de vida e à economia circular.

Fonte: SciELO [leia a íntegra do artigo]

Locavorismo: uma análise de suas contradições à luz de experiências de agricultura urbana em São Paulo

RESUMO

Este artigo tem por objetivo explorar conceitualmente o movimento de ativismo alimentar chamado “locavorismo”, contextualizando seu surgimento e algumas de suas manifestações. Ao ser colocado em prática, o locavorismo pode ter efeitos diversos e até mesmo antagônicos. Para que fossem analisadas essas contradições, foram entrevistadas duas organizações de agricultores na cidade de São Paulo inseridas em circuitos de consumo local para que se fizessem compreender na prática os potenciais efeitos sociais e ambientais deste tipo de compra.

Fonte: SciELO [Artigo completo]

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